Dicas para fazer a diferença


Os avanços tecnológicos estão facilitando incrivelmente a redução das emissões de carbono. Desde o gerenciamento da energia até o download digital, os consumidores estão encontrando pequenas soluções que ajudam a reduzir a emissão coletiva de carbono, além de economizar tempo e dinheiro. A seguir a Panasonic dá algumas dicas ecologicamente corretas para computadores, de como os consumidores podem desfrutar da revolução digital e reduzir o seu impacto pessoal:

Controle o gasto de energia

A maioria das pessoas sabe que desligar o computador e outros equipamentos eletrônicos economiza energia. O que muitos não sabem é que uma grande quantidade de energia é usada, mesmo quando os equipamentos estão desligados. Essa “carga fantasma” pode ser responsável por até 40% da energia total usada pelos equipamentos eletrônicos de uma casa.

Para diminuir o consumo de energia, desconecte o computador da tomada. Ou então, utilize o sensor que detecta se o computador está ligado ou não. Se ele estiver desligado, esse dispositivo corta a energia de todos os periféricos. No entanto, se o computador tiver que permanecer ligado, a escolha de configurações de energia que permitem a hibernação pode reduzir o consumo em até 80%. Além disso, antes de comprar um computador, visite o site www.energystar.gov, que contém uma lista das configurações e modelos com economia de energia.

Mude para o monitor de LCD

Os monitores planos de cristal líquido utilizam uma quantidade significativamente menor de energia e geram menos calor que os volumosos CRTs, tornando o LCD uma inteligente escolha ecológica. Ao trocar o seu monitor CRT, no entanto, cuidado para ele não terminar no lixão. Uma simples pesquisa online de “reciclagem de eletrônicos” ou “reciclagem de monitores” ajuda a localizar organizações que reciclam periféricos de computador.

Aumente o ciclo de vida do computador

Para aumentar o ciclo de vida do computador, otimize o desempenho do sistema executando rotineiramente programas antivírus, software de desfragmentação, limpadores de registro e outros aplicativos (muitos dos quais são gratuitos). Além disso, em vez de descartar o computador, pense em doá-lo para uma criança ou para uma escola local. Não se esqueça de apagar o disco rígido e de realizar uma instalação limpa do sistema operacional antes de doá-lo. Saiba mais sobre a recuperação e reciclagem de ativos e sobre outros serviços profissionais da Panasonic.

Reciclagem de eletrônicos

Quando chega a hora de aposentar o computador, a melhor coisa que o usuário pode fazer é reciclá-lo corretamente. Muitos computadores contêm chumbo, mercúrio e outras substâncias prejudiciais para o meio ambiente. Contate o fabricante do eletrônico para descobrir se ele possui um programa de reciclagem. Se ele não tiver, existem muitos centros comunitários que reciclam computadores e outros equipamentos eletrônicos. Saiba mais sobre a reciclagem e outros serviços profissionais da Panasonic.

Corte o consumo

Aqui estão mais dicas ecológicas que podem reduzir o desperdício:

  • Leia as notícias pela Internet. Atualmente, muitos jornais e revistas produzem versões online. A utilização das assinaturas online reduz o uso de papel.
  • Faça uma impressão ecológica. Existem muitas maneiras de economizar papel e tinta ao imprimir. Uma delas é selecionar a opção “versão para impressão”, que economiza papel imprimindo a página da web sem as imagens. Outras alternativas incluem imprimir nos dois lados do papel e imprimir documentos nos modos “rápido”, “rascunho” ou “tons de cinza”. Além disso, use papel reciclado feito com pelo menos 30% de conteúdo reciclado. Por fim, não deixe de reciclar seus cartuchos de tinta.
  • Faturas sem papel. Quase todos os bancos, empresas de cartão de crédito e de serviço público oferecem serviços de pagamento de contas online. Essa opção economiza papel, despesas com postagem e tempo.
  • Compre produtos online. Além de economizar tempo e evitar compras impetuosas, as compras online economizam gasolina e eliminam a poluição que você emite indo de carro até o shopping. Embora existam as emissões de dióxido de carbono associadas ao envio do produto, mais emissões são criadas nos trajetos para diversas lojas. Além disso, evite criar mais lixo, solicitando embalagens ecológicas.
  • Trabalhe em casa. Atualmente, muitas empresas permitem que seus funcionários trabalhem em casa. Essa prática fornece mais flexibilidade e produtividade, mas também ajuda a manter mais carros na garagem, reduzindo o trânsito e diminuindo a emissão de carbono.
  • Participe da revolução digital. Desde o download de músicas e filmes até as câmeras digitais e os sistemas de GPS, a era digital fornece alternativas para a compra de materiais impressos e embalagens.
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Panasonic Toughbook foi destaque no prêmio Channel Awards 2011


A Panasonic manteve a liderança e conquistou pelo segundo ano a premiação na categoria “melhores computadores/notebooks totalmente robustecidos” com o Toughbook 31.

Resistente a queda de até 1,8 metros, derramamento de líquidos e condições extremas de temperatura, o produto, que já está na 5ª geração, é usado há mais de sete anos no Brasil em setores como segurança pública e óleo & gás. A solução é ideal para profissionais que se deslocam constantemente e necessitam de equipamentos robustecidos.

O Channel Awards é organizado anualmente pela revista CompuChannel e conta com a participação de mais de 400 pessoas e 78 marcas. A premiação aconteceu em Miami nos Estados Unidos e foi recebido pelo gerente da Panasonic na Colômbia, Fernando Restrepo.

Competindo com outras marcas, o Toughbook 31 foi avaliado por usuários que tinham acesso às especificações técnicas de cada produto e votaram na melhor marca.

De acordo com Patrícia Fernandez, gerente de desenvolvimento de negócio para a América Latina da Panasonic Toughbook, “a premiação do Toughbook 31 deve-se à liderança na categoria dos notebooks totalmente robustecidos com proteção para choques e quedas, além de oferecer o mais alto desempenho de sua classe e o design mais robustecido do mundo. O Toughbook 31 oferece uma tela de toque, webcan integrada e bateria com até 11 horas de duração”.

 

 

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Computador ‘casca-grossa’ atrai atenção de fabricantes


Computadores finos e leves, como os ultrabooks e os tablets, têm sido a principal aposta dos fabricantes nos últimos anos. Esses equipamentos seduzem o consumidor com seu peso reduzido – um atrativo e tanto para quem precisa carregá-los de um lado para outro – e o design sofisticado.

Mas há mercado para um tipo de dispositivo muito diferente: em vez de delgado, o aparelho exibe um corpo parrudo, e se a aparência não é seu forte, ele resiste à chuva, a quedas, à poeira e ao calor. Sim, o computador ‘casca-grossa’ também tem seu charme.

Não há dúvida que o mercado para esses equipamentos resistentes é bem menor que o de produtos ultrafinos. Mas a limitação do público-alvo – os compradores tradicionais são empresas, ou profissionais que precisam usar o equipamento em ambientes hostis, como chão de fábrica, instalações militares, plataformas de petróleo, siderúrgicas etc.

“Se o seu computador quebra dentro do escritório, é fácil ligar para o suporte e solucionar o problema. Mas se um policial está na rua, fazer essa manutenção é mais difícil. Você precisa de um equipamento com maior resistência”, diz ao Valor Hide Harada, da unidade de negócios de produtos de tecnologia da informação (TI) da Panasonic. Harada supervisiona a fabricação da linha Toughbook, o computador resistente da Panasonic.

Apesar da aparência de um notebook dos anos 80, os “casca-grossas” têm toda a tecnologia de produtos de última geração, aliada a baterias que podem durar até 16 horas e estruturas que “aguentam o tranco”. Harada diz que no Japão uma versão mais simples do equipamento, batizada de Let´snote, é muito usado por jornalistas. “Os profissionais japoneses usam muito o transporte público, por isso precisam de um equipamento resistente, com boa duração de bateria, para não precisar carregar muitos acessórios”, diz.

Segundo Harada, apesar de incipiente, o mercado brasileiro tem um grande potencial nos próximos anos. Entre os principais alvos, o executivo cita concessionárias de serviços públicos, empresas do segmento de petróleo e gás e o setor público. No fim do ano passado, a companhia vendeu 60 máquinas à Polícia Militar Rodoviária do Paraná.

O negócio fez parte de um projeto que também incluiu a compra de impressoras resistentes e um software específico para uso pela corporação. De acordo com João Alberto Simões, gerente da linha Toughbook no país, a companhia também fechou contrato com uma grande empresa privada, cujo nome será revelado em breve.

Quando foi lançada oficialmente no Brasil, no fim de 2010 e depois de mais de uma década de existência no exterior, a linha Toughbook tinha uma base instalada de cinco mil unidades no país, que eram importadas indiretamente. Desde então, com investimento em pessoal e estrutura de suporte local, o número cresceu entre 10% e 20%. Para os próximos cinco anos, o objetivo é manter taxas de crescimento entre 20% e 25%, diz Harada.

Os equipamentos serão importados. Segundo o executivo, ainda é cedo para pensar na produção local dos Toughbooks. É que à exceção de alguns componentes, como processador e disco rígido, os demais componentes são fabricados pela própria Panasonic no Japão. Criar linhas de produção no Brasil exigiria investimentos complementares para a fabricação de placas e no controle de qualidade dos computadores. “E com a demanda atual, isso não se justifica”, diz Harada.

Fonte: Valor Econômico

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Brasil quer discutir novo modelo de gestão para internet


A briga brasileira por mudanças na governança global chega à internet. Não se sabe ainda quando ou como, mas o governo brasileiro quer retomar a discussão da governança da internet, iniciada em 2003, revista em 2005 e ainda sem avanços.

O controle dos Estados Unidos sobre as principais ferramentas da rede mundial de computadores incomoda o Brasil, a União Européia e outros países. Até hoje, no entanto, não se encontrou uma solução que tire o poder dos americanos.

Criada por pesquisadores americanos para conectar suas universidades, a internet transformou-se rapidamente em um mundo virtual paralelo que, hoje, faz parte da vida da grande maioria da população mundial.

A organização dessa rede ainda é feita pelos americanos. Está nas mãos da internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), uma corporação sem fins lucrativos sediada na Califórnia, o poder de distribuir os Protocolos de internet (IP) pelos quais os computadores são reconhecidos, controlar os nomes de domínio (.br, por exemplo) e administrar a rede.

As discussões já foram feitas duas vezes. Em Genebra, em 2003, e depois em Túnis, em 2005. De lá para cá foi criado um grupo internacional de trabalho, mas pouco se avançou. Para o Brasil, o mundo mudou, a rede cresceu e a atual estrutura não reflete essas mudanças.

“Não sabemos ainda em que momento, em que local e em que bases, mas acreditamos que é desejável uma democratização da governança da internet. É algo que vamos examinar. Sem conflitos, mas é necessário ampliar o número de atores. Agora, quem seriam esses novos atores não está claro”, afirmou o porta-voz do Itamaraty, embaixador Tovar Nunes.

O Brasil, no entanto, não pretende ver governos tendo poder de interferir na gestão e nem avalia que há problemas de má gestão no sistema. Mas quer ver uma representação mais ampla nessa gestão.

Em uma das poucas vezes que os países emergentes levantaram a ideia de mexer com o problema, a proposta foi bombardeada por ONGs ligadas ao tema, a ponto de ser retirada como texto pronto e ter sido colocado para receber sugestões pela internet.

O incômodo com o poder americano sobre a internet, no entanto, não só é brasileiro. A União Europeia quer mudanças, assim como países árabes, África do Sul, China e Rússia, que já se manifestaram. Os objetivos, no entanto, podem ser perigosos.

Um país em que a internet é controlada não deve ter em mente as mesmas razões para divergir do atual modelo que UE e Brasil. Acertar essa reforma para que não transforme a rede em algo controlado, lento e burocrático é o maior desafio. “Ainda não amadurecemos o que seria uma forma adequada”, admite Tovar.

Fonte: Estadão

 

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Soluções totais para gerenciamento de transporte e cadeia de suprimentos


O transporte envolve uma logística incrivelmente complexa. Seja transportando cargas por ferrovias ou passageiros em aviões, existe pouca margem para erro.

Nos ambientes difíceis da aviação, do transporte por caminhões, do reparo de veículos e de outros setores relacionados ao transporte, a confiabilidade robustecida dos computadores portáteis Toughbook pode fazer uma enorme diferença no aspecto mais importante: o trabalho dentro do prazo.

Operadores de frotas, transportadoras e oficinas de reparos de veículos dependem muito dos equipamentos e sistemas computadorizados. Qualquer defeito que cause inatividade pode afetar rapidamente os lucros e os cronogramas.

Os notebooks robustecidos Toughbook da Panasonic com a banda larga móvel integrada sem fio funcionam por mais tempo, apresentam menos tempo de inatividade e exigem menos reparos. A arquitetura aberta dos notebooks Toughbook facilita a interoperabilidade com sistemas de software e hardware atuais e antigos. Essas vantagens resultam em um menor Custo Total de Propriedade (TCO) e no aumento do Retorno do Investimento (ROI).

A ferramenta Simulador de ROI para o Toughbook ajuda as empresas de transporte e reparos de veículos a analisarem as vantagens financeiras de implantar uma solução confiável de computação portátil. Com desempenho econômico comprovado, os notebooks Toughbook são amplamente usados e reconhecidos nos setores relativos aos transportes.

 

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Grandes acontecimentos de 2011


A equipe do Toughbook viu a tecnologia móvel ser testada várias vezes em 2011. Alguém vezes de propósito e outras por acidente. As histórias são menos memoráveis sobre a tecnologia e mais sobre as pessoas incríveis e inspiradoras missões que realizaram.

A gente destaca aqui as histórias mais memoráveis de 2011:

  • Conectividade e mobilidade no Monte Everest 

Lance Trumbull, fundador do Projeto Paz Everest, subiu 18.5 mil pés até o acampamento base do Monte Everest para promover a paz, o trabalho em equipe e o entendimento cultura. Lance usou um Toughbook 10 para narrar a viagem e compartilhar com o resto do mundo.

  • Pesquisa de campo: Rastreamento de cavernas com Toughbook 19

 

O consultor de meio ambiente, Mark Gumbert, e o sua equipe passaram três semanas de cada primavera pesquisando e rastreando as migrações em todas as cavernas do sertão Tennessee. A equipe descobriu que o Toughbook 19 se sente em casa nessas condições.

 

 

 

  • A equipe de expedição do Coração de Bornéu usa Toughbook 30 em exploração Rainforest

Pouco se sabe sobre o Coração de Bornéu, uma floresta com grande biodiversidade localizada na terceira maior ilha do mundo. Uma equipe de pesquisadores europeus e indonésios, se equiparam com uma gama de tecnologia robusta para descobertas de espécies desconhecidas e povos indígenas na região.

  • Confiabilidade laptop: Toughbook 19 sobrevive a fogo em ambulância 

Em 25 de fevereiro de 2011, ambulância e tripulação foram responder ao chamado de um acidente de carro em Missouri quando a ambulância, com defeito, pegou fogo. A tripulação escapou ilesa, deixando seus Toughbook 19 dentro do veículo em chama.

 

 

 

 

 

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Duro na queda


O mercado de tablets nos Estados Unidos é enorme; há dezenas deles à venda. E para diferenciar-se, as marcas começam cada vez mais a criar produtos de nicho: é o caso do modelo Toughpad, da Panasonic.

O portátil, que pesa 950 gramas (contra 613 gramas do iPad 2 com 3G), é voltado para o ambiente corporativo e, em função disso, aguenta bem eventuais acidentes como queda, derramamento de água e contato com poeira. Uma boa alternativa, por exemplo, para um engenheiro que leva seu ultraportátil ao vistoriar obras.

Nos testes realizados, o modelo FZ-A2 resistiu a diferentes tipos de quedas. Durante uma apresentação da Panasonic, o executivo Shiro Kitajima (de propósito ou não) também deixou cair um Toughpad, então a equipe do UOL Tecnologia achou que não haveria problemas em repetir o acidente.

Primeiro foi uma queda daquelas que faria o dono de qualquer tablet arrepiar: ele foi solto a 1,5 metro (com a tela para cima). Nada de ruim aconteceu, o eletrônico continuou intacto. A segunda tentativa foi mais maldosa, fazendo com que o aparelho batesse de quina quando chegasse ao chão – seria mais fácil danificar o eletrônico dessa forma. Novamente intacto.

O Toughpad (a palavra tough significa duro) FZ-A2, exposto durante a CES 2012, chegará ao mercado com o sistema Android Honeycomb 3.2, processador dual-core de 1,2 Ghz, 16 GB de armazenamento, duas câmeras (uma frontal de 2 megapixels e uma traseira de 5 megapixels). Há ainda outro modelo chamado FZ-B1 que tem uma tela menor e também deve ser lançado neste ano.

Veja mais fotos click aqui

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Postado em: Indústria

Feira apresenta a tendência dos tablets


Aberta nesta terça-feira, a Consumer Eletronics Show (CES), maior feira tecnológica do mundo para produtos de consumo, já mostra sinais de que vai atender as expectativas do público.

A feira é grandiosa em tudo: são milhares de metros quadrados distribuídos por dois superpavilhões para abrigar os estandes de mais de 2,7 mil empresas expositoras. O número de pessoas que visita a feira é impressionante, ocasionando enormes filas para tudo. A previsão de 140 mil visitantes deverá ser superada.

Entre todas as atrações da bela e iluminada feira, que só poderia mesmo ser realizada em uma cidade também tão iluminada e colorida como Las Vegas, os tablets estão em evidência, e coisas bem interessantes têm sido apresentadas.

Uma das novidades que mais chama a atenção é a possibilidade de tais pranchetas eletrônicas poderem se molhar sem estragar. São modelos realmente à prova d’água, como demonstrados no local.

A Panasonic apresentou o tablet Toughpad, com tela de 10,1 polegadas, sistema Android e que resiste a quedas, além do contato com água e poeira.

 

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120111122320&assunto=56&onde=Tecnologia

 

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Postado em: Indústria

Viaturas da polícia do Paraná terão Toughbook


A Polícia Rodoviária Estadual do Paraná anunciou a compra de 60 toughbooks para agilizar o acesso a dados de veículos e condutores durante as operações nas estradas. Os aparelhos, do modelo CF-U1, serão distribuídos entre os 51 da polícia de acordo com o tamanho da população de cada região.

De acordo com o porta voz do Batalhão de Polícia Rodoviária, tenente Sheldon Keller Vortolin, todos os computadores estarão em funcionamento até o fim desta semana.

A Companhia de Informática do Paraná, Celepar, e o Departamento de Estradas de Rodagem trabalham juntos nos últimos oito mesesno desenvolvimento de um software para a aplicação de autos de infração online. Com isso, as multas serão cadastradas automaticamente no sistema do órgão de trânsito.

Os policiais também poderão dar início ao boletim de ocorrência diretamente do local do evento, o que deve reduzir a possibilidade de erros no registro, prevê Vortolin.

“Esses registros eram feitos manualmente e depois repassados para o computador do nosso posto policial. Com a máquina nas mãos e acesso à internet, a possibilidade de erros é muito menor. O software já acusa, por exemplo, se o número daquela placa ou modelo do carro estão corretos”, afirma o tenente.

Além do banco de dados do Detran, o equipamento terá acesso a informações do sistema penitenciário, Instituto Criminalista e ao Infoseg, sistema federal responsável pela interligação dos bancos de dados de todos os órgãos de segurança pública do País.

Outra vantagem do equipamento é a possibilidade de registro da situação nas estradas, por meio de fotos ou vídeos em tempo real. “O comando vai receber a foto do local de um acidente, por exemplo, e podemos saber com maior rapidez a gravidade do problema e a solução a ser encaminhada. A tomada de decisões será muito mais rápida”, explica Vortolin.

A Polícia Rodoviária do Estado do Paraná é a primeira força de segurança pública da América Latina a adquirir os aparelhos CF-U1. O governo do estado promete para breve a tecnologia em mais de 3,2 mil viaturas.

 

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Postado em: Serviço de Campo

Mais robustez no setor petrolífero


A Stone Energy, uma empresa de exploração e produção, estava sofrendo com os problemas caros e desesperadores causados pela necessidade de reparos em seus computadores.

A empresa, que opera uma perfuração no Golfo do México, percebeu que o seu equipamento simplesmente não suportava o sal, os agentes químicos, o desgaste e os respingos que são comuns nas plataformas de perfuração.

Assolada pela rotatividade extremamente alta dos notebooks, a Stone Energy escolheu os computadores portáteis robustecidos Toughbook.

Com o design de resistência a respingos e umidade dos notebooks Toughbook, o chassis de liga de magnésio e outros recursos robustecidos, agora a Stone Energy possui uma solução que resiste a tudo o que os profissionais da plataforma e o ambiente possam impor.

Durante o Furacão Katrina, por exemplo, um notebook Toughbook saiu “voando” para fora do depósito e foi soterrado por 45 cm de lama. Quando foi recuperado, Dave Kennedy, o diretor de tecnologia da informação, afirma que ele “ligou imediatamente”.

Os notebooks Toughbook também ajudaram a Stone Energy a ser mais produtiva. Devido à tela de toque ampla do computador, os profissionais podem inserir os dados sem se preocupar em tirar as luvas ou limpar as mãos. Além disso, agora a Stone Energy pode operar seus notebooks em mais lugares, porque eles são compatíveis com a Classe I, Divisão 2.

 

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Postado em: Indústria