Oficiais da marinha seriamente feridos em áreas remotas do mundo, horas ou mesmo dias longe dos cuidados de emergência, correm o sério risco de vida.

Novas táticas desenvolvidas pela Corporação da Marinha que enfatizam a operação de unidades móveis em terras distantes criam a necessidade de instalar um atendimento médico  o mais próximo possível do posto de batalha.

Este atendimento aparece na forma de uma sala de emergência em forma de mochila, que está sendo desenvolvida, em parte, por uma equipe de médicos da Universidade do Texas Medical Branch.  É parte de um esforço para aproximar as linhas de frente a um tratamento normalmente encontrado apenas nas melhores salas de emergência dos hospitais.

“Este é realmente um grande avanço”, disse o Dr. Kim Bentley, oficial de programa do Escritório de Pesquisa Naval em Arlington, Virgínia

O objetivo desses esforços é reduzir o tamanho dos monitores volumosos e outros equipamentos salva-vidas normalmente encontrados em uma sala de emergência do hospital, para que possam caber em uma mochila. Os oficiais eventualmente feridos podem ser ligados a um sistema automatizado que ajudaria a mantê-los vivos enquanto transportados para o posto de socorro mais próximo.

A Arcos Inc. empresa voltada ao setor de saúde, adaptou os robustecidos  da Panasonic Toughbook para ser  usado para controlar o sistema sanguíneo. Arco está usando os algoritmos do hospital para desenvolver o software do tablet.

O aparelho pode operar de forma independente e saberá quando a assistência humana é necessária, explica Chris Meador, CEO da Arcos. Arcos também está produzindo  outro dispositivo que irá controlar o sistema de sangue.

A Marinha firmou um contrato de US$ 2 milhões com a Universidade Médica do Texas há nove meses atrás para entregar os produtos finais em cinco anos, mas a expectativa é que as pesquisas possam ser concluídas em um intervalo menor de tempo.

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